
ACTOR IN A LEADING ROLE
Jamie Foxx
RAY
ACTOR IN A SUPPORTING ROLE
Morgan Freeman
MILLION DOLLAR BABY

ACTRESS IN A LEADING ROLE
Hilary Swank
MILLION DOLLAR BABY
ACTRESS IN A SUPPORTING ROLE
Cate Blanchett
THE AVIATOR
ANIMATED FEATURE FILM
THE INCREDIBLES
Brad Bird
ART DIRECTION
THE AVIATOR
Dante Ferretti (Art Direction); Francesca Lo Schiavo (Set Decoration)
BEST PICTURE
MILLION DOLLAR BABY
Clint Eastwood, Albert S. Ruddy and Tom Rosenberg
CINEMATOGRAPHY
THE AVIATOR
Robert Richardson
COSTUME DESIGN
THE AVIATOR
Sandy Powell
DIRECTING
MILLION DOLLAR BABY
Clint Eastwood
DOCUMENTARY FEATURE
BORN INTO BROTHELS
Ross Kauffman and Zana Briski
DOCUMENTARY SHORT SUBJECT
MIGHTY TIMES: THE CHILDREN'S MARCH
Robert Hudson and Bobby Houston
FILM EDITING
THE AVIATOR
Thelma Schoonmaker
FOREIGN LANGUAGE FILM
THE SEA INSIDE
Spain
Directed by Alejandro Amenábar
HONORARY AWARD
Roger Mayer
HONORARY AWARD
Sidney Lumet
MAKEUP
LEMONY SNICKET'S A SERIES OF UNFORTUNATE EVENTS
Valli O'Reilly and Bill Corso
MUSIC (SCORE)
FINDING NEVERLAND
Jan A.P. Kaczmarek
MUSIC (SONG)
THE MOTORCYCLE DIARIES
"Al Otro Lado Del Río"
Music and Lyric by Jorge Drexler
WRITING (ADAPTED SCREENPLAY)
SIDEWAYS
Screenplay by Alexander Payne & Jim Taylor
WRITING (ORIGINAL SCREENPLAY)
ETERNAL SUNSHINE OF THE SPOTLESS MIND
Screenplay by Charlie Kaufman; Story by Charlie Kaufman & Michel Gondry & Pierre Bismuth
SHORT FILM (ANIMATED)
RYAN
Chris Landreth
SHORT FILM (LIVE ACTION)
WASP
Andrea Arnold
SOUND EDITING
THE INCREDIBLES
Michael Silvers and Randy Thom
SOUND MIXING
RAY
Scott Millan, Greg Orloff, Bob Beemer and Steve Cantamessa
VISUAL EFFECTS
SPIDER-MAN 2
John Dykstra, Scott Stokdyk, Anthony LaMolinara and John Frazier

Sugestões de visita para todos aqueles que, tal como eu, são uns incuráveis cinéfilos:
Antestreia
Arte&Factos
CineBlog
DVD
Em Cartaz
Estreias Online
Grande Plano
Hollywood
Império Cinéfilo
Magacine
Roll Camera...Action!
Novos blogues a visitar: o Olissipo e Pasión Real Madrid!

Confesso que fiquei com "mixed feelings" em relação a este filme. Creio que está muito bem realizado, e aqui dou os parabéns a Mel Gibson mas parece-me que é um pouco redutor já que são 2 horas e tal de película que apenas incidem nas horas finais de Cristo...não entendo muito bem como é que Gibson optou apenas por este momento quando Cristo teve uma vida riquíssima de acontecimentos.
Sem dúvida, que já foram feitos muitos e muitos filmes sobre a vida de Jesus mas com a espectacularidade com que Mel Gibson realizou, ficaria seguramente um filme mais rico em relação aos demais, e não apenas mais um.
É este o único senão que encontro, já que poderia ter tido um âmbito mais vasto.
Quanto às razões de queixa que os judeus apresentam em relação a este filme, não vejo motivos para tanto barulho da parte deles...no filme, existem judeus bons e judeus maus, tal como os romanos, e no fundo, como todos nós! Gibson enfatiza as falhas, os enganos e debilidades do ser humano, que neste caso levaram à condenação de Cristo, e não as falhas de uma etnia ou religião.

Harry Langer (Nicholson) é um executivo que trabalha em música em Nova Iorque. É um homem de meia idade, muito experiente, que, regra geral, tem namoradas mais jovens.
De visita à casa da praia de Erica (Keaton), uma escritora de teatro, divorciada, mãe da sua última namorada-troféu, Marin (Peet), Harry tem um ataque de coração e o seu mundo fica completamente do avesso.
Marin tem de regressar à cidade e Harry fica ao cuidado de Erica e do seu médico (Reeves). Mas os dois homens depressa entram em competição um com o outro, quando ambos se apaixonam por Erica.
Jack Nicholson tem um desempenho notável, bem secundado por Diane Keaton. A não perder, para quem quer ver um filme que o deixe bem-disposto!

Recomendo vivamente que vejam "O Último Samurai", o mais recente filme que tem como protagonista Tom Cruise, cada vez mais, um credível actor, com inegável talento.
Um forte candidato a vários Óscares, na minha opinião de modesto cinéfilo, já que estamos na presença de mais um filme épico recheado de magníficas cenas de guerra, temperado com o ambiente místico do Japão...
A história:
Um filme épico, passado na década de 1870, que mostra o princípio da modernização do Japão e o fim da sociedade feudal, simbolizado pela erradicação do modo de vida dos samurai.
Tudo isto se vê do ponto de vista de um veterano da Guerra Civil dos EUA, um alcoólico, representante das armas Winchester, o capitão Woodrow Algren (Tom Cruise), que chega ao Japão para treinar as tropas do imperador Meiji. Este pretendia acabar com a antiga tradição de confiar nos samurai mercenários para proteger o território e o novo exército do imperador prepara-se para acabar com os antigos guerreiros.
Mas Algren é ferido e capturado pelos samurai, cujo líder, Katsumoto, lhe ensina o seu código guerreiro, o que força o capitão a decidir em que lado do conflito quer ficar.
O SORRISO DE MONA LISA
Katherine Watson (Julia Roberts) vai da Califórnia para o campus do Wellesley College, em Nova Inglaterra, na Primavera de 1953, para ensinar História da Arte.
Katherine pensa que as suas alunas, as melhores e mais inteligentes do país, vão aproveitar as oportunidades oferecidas pela época em que vivem: o pós-guerra.
Mas pouco tempo após a sua chegada, Katherine descobre que o ambiente da prestigiosa instituição se rege pelas regras dos que o frequentam. De acordo com uma outra professora, Nancy Abbey (Marcia Gay Harden), um anel de noivado no dedo de uma jovem é considerado um prémio muito melhor que uma educação completa.
E quando Katherine encoraja as suas alunas a pensar com independência vai de encontro aos preconceitos dos mais conservadores (professores e alunos), incluindo uma das suas estudantes, Betty Warren, uma jovem da alta sociedade.
A recém casada Betty torna-se uma adversária de peso quando Katherine persuade a sua melhor amiga, Joan Brandwyn (Stiles), a candidatar-se a Yale - mesmo que Joan ache que o seu namorado a vai pedir em casamento muito em breve.
Para a esperta e provocadora Giselle Levy (Gyllenhaal), Katherine torna-se o modelo e mentora que procurava há muito. A doce e tímida Connie Baker (Goodwin) também retira coragem do exemplo de Katherine, ganhando a necessária confiança para ultrapassar as suas inseguranças.
Num mundo que lhes disse como viver, Katherine ensina-as a pensar por si próprias. E através das dificuldades das alunas para encontrarem os seus caminhos, Katherine aprende a traçar um trajecto diferente também para si.
Um filme que não desilude apesar de achar que falta um pouco mais de "sal" para estar ao nível do Clube dos Poetas Mortos, nesta versão feminina.
Sai-se do cinema com a sensação de que tudo aquilo que é prometido ao longo do filme, redunda numa certa frustração por parte do espectador.
Quanto a Julia Roberts, mais uma boa interpretação, mas aquém da fabulosa Erin Brokovich...como diz o caro CMC no Ter Voz, vamos a ver se é suficiente para arrebatar o Óscar.
O Regresso do Rei
As forças de Sauron dominam a capital de Gondor e estão prontas para eliminar a espécie humana. O que já fora um grande reino está à beira da destruição e nunca precisou tanto como agora de um rei.
Mas será que Aragorn estará preparado para assumir a sua linhagem e tornar-se no rei tão esperado? O destino da Terra Média assenta nos seus ombros.
"O Regresso do Rei" é o terceiro e último filme baseado na trilogia de culto de J.R.R. Tolkien, que continua a aventura épica na Terra Média (uma terra fantástica povoada por hobbits, elfos, anões, imortais, humanos e feiticeiros) da Irmandade do Anel - que tem de impedir que o anel, uma jóia poderosa e maligna, caia nas mãos erradas.
Um grande filme de 3 horas e meia, recheado de acção, suspense e fantásticos efeitos especiais, que recomendo vivamente, sobretudo a quem viu os dois primeiros.
The Human Stain - Culpa Humana
Um magnífico filme com excelentes actores, Anthony Hopkins, Nicole Kidman, Ed Harris e Gary Sinise.
A história: Coleman Silk (Anthony Hopkins), um distinto professor numa prestigiada universidade em New England, cuja vida profissional está desfeita devido a alegações de racismo; a sua vida pessoal está infectada com o cancro de uma mentira que vive há cinquenta anos.
Com a sua carreira e reputação em ruínas, Silk dá início a uma dinâmica ressurreição através de duas novas relações: a primeira, uma amizade com o escritor Nathan Zuckerman (Gary Sinise), a quem intriga com a sua história, a segunda, um escadaloso romance com uma jovem mulher (Nicole Kidman).
Destaque para a fabulosa interpretação de Nicole Kidman, cada vez mais competente e versátil nos seus desempenhos cinematográficos; depois da "oscarizada" participação em The Hours, uma personagem completamente diferente mas muito convincente. Na minha opinião, mais um papel merecedor de Óscar para Melhor Actriz!
Quanto a Anthony Hopkins, a magistralidade de sempre!